AUTORES: Ingryd Cristina de Oliveira (LAMES/UFG, grynd123@gmail.com), Maria Inês Gonçalves Leles (LAMES/UFG, leles@quimica.ufg.br), Nelson Roberto Antoniosi Filho (LAMES/UFG, nelson@quimica.ufg.br)

RESUMO: Os peixes marinhos são ótimas fontes de ácidos graxos poli-insaturados ômega 3, sendo esses ácidos graxos poli-insaturados de cadeia longa (mais conhecidos como PUFA, sigla originária do termo em inglês Polyunsaturated fatty acid), excelentes nutrientes para redução nos riscos de distúrbios metabólicos e prevenção de doenças tais como as cardiovasculares, inflamatórias, câncer, hipertensão, depressão, ansiedade, colesterol alto, e até mesmo obesidade. Entretanto, devem ser avaliados fatores como a qualidade e estabilidade térmica dos óleos de peixe destinados para fins de alimentação humana, e também os efeitos dos processamentos térmicos a que esses óleos são submetidos (aquecimento e resfriamento). O arenque, é um dos tipos de peixes marinhos que possuem grandes quantidades de ácidos graxos ômega 32. O Clupea harengus é uma espécie de arenque, que alimenta-se de plâncton e de pequenos crustáceos, e vive em grandes cardumes nas águas profundas e frias do Atlântico Norte. Nesse contexto, este trabalho objetivou o estudo da estabilidade térmica e/ou oxidativa sobre o comportamento do óleo de filé de peixe Clupea harengus por análise Termogravimetria (TG), e o comportamento mediante ao resfriamento do óleo por Calorimetria Exploratória Diferencial (DSC).

Trabalho Apresentado no 6° Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e 9º Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel.

Trabalho completo: Livro 2, p. 1123

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