Autores: Gabrielly dos Santos Maciel (UFPB, [email protected]), Iêda Maria Garcia dos Santos (UFPB, [email protected]), Antônia Lúcia de Souza (UFPB, [email protected]), Elizeu Cordeiro Caiana (UFPB, [email protected]), Neide Queiroz (UFPB, [email protected])

Resumo: Dada a importância do biodiesel para o Brasil e para o mundo, é importante garantir a qualidade do mesmo para que fique à altura das tecnologias empregadas no desenvolvimento dos motores a diesel. O biodiesel é obtido a partir da transesterificação dos triacilglicerídeos presentes em óleos e gorduras e tal qual a sua matéria-prima, de acordo com seu grau de insaturação, também é susceptível à degradação oxidativa, principalmente quando comparado ao diesel. Neste contexto, a estabilidade oxidativa do biodiesel tem sido um dos parâmetros técnicos mais avaliados. No Brasil, a Agência Nacional de Biocombustíveis e Gás Natural (ANP) tem adotado a Norma Europeia EN 14112 para estimar a vida útil do biodiesel. A medida do período de indução oxidativa é feita por meio do equipamento Rancimat e o resultado é expresso em horas. A ANP por meio do regulamento técnico n°3/2014 da Resolução 45/2014 estabeleceu um valor mínimo de 8 horas para o período de indução do biodiesel. Uma tendência seguida pela indústria de biodiesel tem sido o uso de aditivos antioxidantes, onde comumente se utiliza compostos fenólicos tais como o tercbutilhidroquinona (TBHQ), butil-hidroxitolueno (BHT), e butil-hidroxi-anisol (BHA). Entretanto aminas aromáticas Vêm ganhando espaço no campo de pesquisa, demostrando eficiência no retardo à degradação oxidativa de combustíveis (Rashed et al., 2016; Joshi et al., 2013). Diante desta problemática, o presente trabalho objetivou verificar a estabilidade oxidativa de diferentes biodieseis aditivados com variados antioxidantes aminados.

Trabalho completo: 7° Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia e Inovação de Biodiesel, p. 106