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AUTORES: Danielle K John (DQF/UNISC, daniellekjohn@gmail.com), Maria Silvana Aranda de Moraes (PPGTA/UNISC, silvana_aranda@yahoo.com.br),  Michele Hoeltz (DCBF e PPGTA/UNISC, hoeltz@unisc.br), Rosana de Cassia de Souza Schneider (DQF e PPGTA/UNISC, rosana@unisc.br)

RESUMO: O biodiesel é produzido a partir da reação de transesterificação de diversas fontes de biomassas (óleos vegetais ou gorduras animais) com álcool, com ou sem a adição de catalisador e, normalmente, utiliza processos de catálise homogênea ou heterogênea. Ele proporciona uma redução das emissões dos gases nocivos ao meio ambiente em relação aos combustíveis fósseis. No entanto, a produção deste biocombustível exige uma grande disponibilidade de terras aráveis para o cultivo das biomassas. A transesterificação in situ é uma alternativa ao processo convencional, visto que é uma técnica emergente que tem um potencial para a redução nas etapas e custos do processo de conversão para biocombustível e significa a conversão direta do óleo da biomassa em ésteres alquílicos de ácidos graxos. Associada a redução de etapas na produção de biodiesel, é possível o estudo de diferentes catalisadores, visando a produção mais limpa. A catálise enzimática é atrativa para este fim uma vez que é oriunda de matriz renovável e pode ser utilizada em condições amenas de temperatura. Assim, este estudo visa a obtenção de biodiesel a partir da microalga Desmodesmus subspicatus através de reação de transesterificação enzimática in situ.

Trabalho Apresentado no 6° Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e 9º Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel.

Trabalho completo: Livro 2, p. 949