AUTORES: Deiby Anne Uchôa Barroso Bizerra (DEM/UFC, deiby_anne@hotmail.com), Desyka Luana da Silva (DEQ/UFC, desykaluanadl@gmail.com), Leonardo Pinto de Abreu (DEM/UFC, leonardopabreu@yahoo.com.br), Rosali Barbosa Marques (LARBIO/NUTEC, rosalimarquess@gmail.com), Jackson de Queiroz Malveira (LARBIO/NUTEC, jacksonmalveira@hotmail.com), Carlos André Dias Bezerra (DEM/UFC, cadbufc@gmail.com), Igor Rodrigues Firmiano Aguiar (LARBIO/NUTEC, igorfirmiano@hotmail.com), Maria Alexsandra de Sousa Rios (DEM/UFC, alexsandrarios@ufc.br)

RESUMO: A avaliação da potencialidade de diferentes matérias-primas para a produção de biodiesel, tendo-se como exemplo o óleo extraído das vísceras de peixe da espécie Tilápia do Nilo (OreochromisNiloticus); do óleo proveniente das oleaginosas babaçu e mamona (Ricinus communis L.) e de óleos de fritura, surge como estratégia para diversificação das fontes graxas. O estudo destes óleos para a produção de biodiesel, além de contribuir para o avanço da fronteira do conhecimento do setor de biocombustíveis, poderá contribuir também para soluções ambientais no que diz respeito à geração e descarte de resíduos, como é o caso do descarte das vísceras de Tilápia. Dentro dessa vertente, o presente trabalho objetivou avaliar o pré-tratamento de neutralização necessário a óleos com índice de acidez superiores a 1,0 mgKOH/g, uma vez que as matérias graxas investigadas advêm de variadas fontes e diferentes períodos de estocagem. Assim, foram necessárias algumas etapas de neutralização a fim de que os óleos atendessem ao requisito previsto para produção de biodiesel. Para neutralização dos óleos foram analisados dois procedimentos, o primeiro sendo conduzido por meio da neutralização química com solução de hidróxido de potássio (KOH) e o segundo por meio da neutralização conduzida por glicerina residual de transesterificação acrescida do quantitativo de KOH obtido na determinação do índice de acidez (glicerina/KOH). Para cada óleo averiguou-se qual metodologia foi mais eficiente com relação a diminuição do índice de acidez.

Trabalho Apresentado no 6° Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e 9º Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel.

Trabalho completo: Livro 2, p. 895

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