AUTORES: Maria de Fátima Pereira (LACOM/UFPB, [email protected]), Ana Rosa da Silva Neta (LACOM/UFPB, [email protected]), Maria Gardennia da Fonseca (LACOM/UFPB, [email protected]), Antonio Gouveia de Souza (LACOM/UFPB, [email protected]), Liliana de Fátima Lira de Pontes (LACOM/UFPB, [email protected]), Ary da Silva Maia (LACOM/UFPB, [email protected]), Ieda Maria Garcia dos Santos (LACOM/UFPB, [email protected])

RESUMO: Biodiesel é um biocombustível formado de alquil ésteres (AE) derivados de ácidos caboxílicos de cadeia longa. É obtido industrialmente a partir de reações de transesterificação. Na transesterificação de óleos vegetais, moléculas de triacilglicerídeos reagem com álcoois, geralmente de cadeia curta, na presença de um catalisador, homogêneo ou heterogêneo, produzindo uma mistura de ésteres monoalquílicos de ácidos graxos e glicerol. Estas reações ocorrem em três etapas consecutivas de modo que triacilglicerídeos (TAGs) são convertidos em ésteres de ácidos graxos (R’COOR) e glicerol (GL) através da troca de íons alcóxidos. Deste modo, entre os produtos, podem ser encontrados monoacilglicerídeos (MAG) e/ou diacilglicerídeos (DAG) Métodos espectroscópicos como RMN 1H têm sido bastante utilizados como forma de avaliar os índices de conversão dessas reações. Por outro lado, RMN 13C é uma potente ferramenta para identificar os produtos parcialmente convertidos. Entretanto, esta técnica de análise tem alto custo e não quantifica tais produtos. Desse modo, a utilização da análise termogravimétrica pode indicar e quantificar a presença de produtos parcialmente convertidos que se encontram misturados ao produto final. No presente trabalho, biodiesel contendo diferentes teores de MAG, DAG e TAG foram obtidos por catálise heterogênea e caracterizados por RMN 13C bem como quantificados por análise termogravimétrica, comparando-se os resultados de modo a buscar regiões específicas de perda de massa para cada composto.

Trabalho Apresentado no 6° Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e 9º Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel.

Trabalho completo: Livro 2, p. 1055