imprimir

AUTORES: Alexandre Nunes Cardoso (Embrapa Agroenergia, alexandre.cardoso@embrapa.br), Thiago Oliveira Rodrigues (Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT, thiagoefl@gmail.com), Gilmar Souza Santos (Embrapa Agroenergia, gilmar.santos@embrapa.br)

RESUMO: Há demanda por diversificação de matérias-primas regionais para a produção de biodiesel no Brasil. Adicionalmente, há necessidade de introdução de culturas alternativas para produção de energia, em particular nas regiões mais carentes, como o Norte e Nordeste. A proximidade entre a área de produção e fornecimento de biomassa e as unidades de processamento pode resultar em ganhos de eficiência e em impactos ambientais possivelmente mais baixos. No entanto, para garantir os benefícios socioambientais almejados para a população local o sistema deve contemplar outras ações que complementem a busca da sustentabilidade. A macaúba (Acrocomiaaculeata) é uma espécie promissora, devido ao seu elevado potencial de produtividade e amplas possibilidades para o uso de seus frutos, podendo gerar óleo para produção de biodiesel entre outros produtos. Embora o óleo extraído nas condições atuais seja originado da atividade extrativista, cultivos experimentais e mesmo comerciais estão em andamento em certas regiões, incluindo um cultivo experimental na região Nordeste coordenado pela Embrapa. O cultivo em escala comercial da macaúba promove ganhos de produtividade, mas também resulta em elevação no consumo de insumos agrícolas e uso de maquinário. Esta mudança de cenário produtivo requer uma avaliação dos potenciais impactos ambientais. O objetivo da pesquisa cujos resultados são aqui reportados foi quantificar as principais entradas e saídas de insumos, matérias-primas, combustíveis, emissões para o ar, para a água e para o solo durante o  processo de produção de óleo da polpa de macaúba, em um cenário de cultivo dessa espécie.

Trabalho Apresentado no 6° Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e 9º Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel.

Trabalho completo: Livro 2, p. 885