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AUTORES: Adriane Ramos Zimmer (UFRGS, adrianezimmer@hotmail.com); Sabrina Anderson Becker (UFRGS, sabrinabeker@gmail.com); Fátima Menezes Bento (UFRGS, fatima.bento@ufrgs.br)

RESUMO: O ARLA 32 é um reagente de uso obrigatório para veículos com tecnologia SCR (Redutor catalítico seletivo), que utilizam o óleo diesel S10. O composto é uma solução aquosa contendo 32,5% de uréia e sua principal função é quebrar o óxido de nitrogênio (NOx), produzido durante a queima do combustível, em vapor d’água e nitrogênio. Ele não é um aditivo do óleo diesel e não deve ser misturado com o combustível, sob pena de causar danos ao sistema anti-poluição do veículo, mau funcionamento do sistema SCR e o aumento de emissões. Para evitar erros, a abertura do tanque do ARLA-32 tem diâmetro diferente e a pistola da bomba que irá fornecer o produto é diferenciada. Apesar de todos estes cuidados, podem haver situações em que o ARLA entre em contato com o Diesel B (adição de 7% de biodiesel) no tanque dos veículos. Uma preocupação, caso isto ocorra, é a possibilidade de que esta solução aquosa venha potencializar o desenvolvimento das comunidades microbianas presentes no combustível, principalmente devido a uma maior oferta de compostos nitrogenados no tanque. Os fabricantes alertam que o ARLA é sensível a contaminação, necessitando de cuidados no seu manuseio. O objetivo deste trabalho foi avaliar se a presença do ARLA 32 em contato com uma mistura B10 poderia inibir ou potencializar o desenvolvimento de microrganismos em condições de estocagem simulada.

Trabalho Apresentado no 6° Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e 9º Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel.

Trabalho completo: Livro 2, p. 877