Autores: Nataly Albuquerque dos Santos (UFPB, [email protected]), Angela M. T. M. Cordeiro (UFPB,
[email protected]), Amanda D. Gondim (UFRN, [email protected]) Ieda M. G. dos Santos (UFPB, [email protected] ) Ary da Silva Maia (UFPB, [email protected]), Antonio Gouveia de Souza (UFPB, [email protected])

Resumo: A estabilidade oxidativa pode ser avaliada por métodos rápidos, em que vários parâmetros experimentais são alterados para produzir resultados em um curto intervalo de tempo. Tais parâmetros podem  ncluir elevação da temperatura, pressão e/ou taxa de fluxo de ar (oxigênio) através da amostra, entre outros (Dunn, 2006; Moser 2009).

O método analítico oficial utilizado para determinar a estabilidade à oxidação do biodiesel é o Rancimat, normatizado pela EN 14112 , que mede o Período de Indução (PI). Por este método, a ANP estabelece o limite de 12 horas de acordo com o Regulamento Técnico ANP Nº 3/2014 da Resolução N° 798/2019.

Outros métodos de avaliação da estabilidade oxidativa de biodiesel – P-DSC e PetroOxy vêm sendo propostos na literatura como métodos alternativos ao normatizado Rancimat (Dunn, 2006; Araujo, 2011; Dantas, 2011).

Estudos utilizam o P-DSC para determinar os efeitos dos tipos de antioxidantes e a influência das concentrações na estabilidade oxidativa do biodiesel (Dunn, 2006). A técnica de calorimetria exploratória diferencial foi utilizada para estudar a auto-oxidação dos ácidos graxos insaturados e seus ésteres na presença de peróxidos (Litwinienko, 2001).

Nesse sentido, este trabalho teve como avaliar a influência dos cátions dos metais de transição Mn, Co, Cu, Fe, Cr na estabilidade oxidativa do biodiesel de soja por PDSC.

Trabalho completo: 7° Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia e Inovação de Biodiesel, p. 47