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Autores: Saulo José Lagioia Cavalcanti (PPTE/UPE, saulo.lagioia@gmail.com), Tulio Amaral Gois (PPTE/UPE tuliogois20@gmail.com), Pedro de França Santos (PPTE/UPE, francaps@gmail.com), Adalberto Freire do Nascimento Júnior (POLICOM/UPE adalbertofreire2@gmail.com), Yuji Fujiwara (PPTE/UPE, yujif85@gmail.com), Ana Rita Fraga Drummond (POLICOM/UPE, anaritadrummond@gmail.com), Sérgio Peres (POLICOM/UPE, sergperes@gmail.br).

Resumo: O desenvolvimento econômico e social de um país depende necessariamente da geração e oferta de energia. A perspectiva de esgotamento das fontes de energia não renováveis, como os combustíveis fósseis, somada à poluição gerada pela utilização dessas fontes, gerou um esforço de desenvolvimento de fontes de energia renováveis e limpas, que permitam vislumbrar um futuro com menor emissão de gases de efeito estufa sem abrir mão da segurança energética. O Brasil é um exemplo da boa utilização de energias renováveis, sendo essas fontes responsáveis por 41,22% da energia gerada. Entre as fontes renováveis,destaca-se a biomassa, que representa mais de 25% de toda a energia do país. Além de ser uma fonte de energia renovável, a biomassa apresenta outras vantagens, como sua grande versatilidade, pois pode ser utilizada de diversas maneiras: pode ser queimada de forma direta, como o
bagaço de cana-de-açúcar e lenha, ou pode ser convertida em combustíveis líquidos (biodiesel, etanol, etc), gasosos(gás de síntese, biometano) ou sólidos (pellets e briquettes),possibilitando ser utilizada em diferentes processos, de geração de energia, aquecimento ou transporte, a depender da forma para qual foi convertida.A macaúba, nome Acrocomiaaculeata, é uma dessas novas fontes estudadas. O óleo da macaúba, que pode ser extraído de sua polpa e também da amêndoa,apresenta grande potencialidade para a produção de biodiesel e também para a indústria de cosméticos. Todavia não há estudos dos possíveis usos energéticos do resíduo do processo de extração do óleo, a torta da macaúba. Este trabalho estudou a potencialidade de geração de gás de síntese, comumente chamado de syngas (CO, H2,CH4, CO2 and H2) a partir da gaseificação da torta da macaúba, em um gaseificador de leito fixo de escala de bancada, e sua viabilidade para uso como combustível.

Trabalho Apresentado no 6° Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e 9º Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel.

Trabalho completo: Livro 2, p 775