AUTORES: Vinicius Rossa (TPQB/UFRJ, vinnyrossa@gmail.com), Yolanda da Silva Penha Pessanha (TPQB/UFRJ, yolandaspp@gmail.com), Luciano Ferreira Plouvier (IFRJ/UFRJ, luciano.plouvier@gmail.com), Vitor Luiz Pereira de Souza (EQ/UFRJ, vitorsouzaufrj@hotmail.com), Gisel Chenard Díaz (EQ/UFRJ, gisemarina@yahoo.es), Sibele Berenice Castellã Pergher (IQ/UFRN, sibelepergher@gmail.com), Donato Alexandre Gomes Aranda (DEQ/UFRJ, donato.aranda@gmail.com)

RESUMO: O glicerol proveniente da indústria do biodiesel também pode ser usado para a obtenção de compostos oxigenados, tais como cetais e acetais, e isso vem recebendo grande atenção por parte dos pesquisadores. O cetal de glicerol, conhecido industrialmente por Solketal é produzido na reação de cetalização do glicerol com acetona. Diferente da acetalização, em que o glicerol reage com um aldeído, na cetalização o glicerol reage com uma cetona. Em ambos os casos as reações são facilitadas por catalisadores ácidos homogêneos (ácido sulfúrico, ácido clorídrico, pentóxido de fósforo, ácido p-toluenossulfônico) ou heterogêneos (zeólitas, argilas, resinas amberlyst). O catalisador tem como característica o aumentar a velocidade de uma reação química e diminuir a energia de ativação (Ea), necessária para essa reação ocorrer. Paralelamente, alguns catalisadores heterogêneos aumentam a seletividade de formação dos produtos de interesse. A constante de velocidade (k) está intrinsecamente correlacionada à energia de ativação, e com isso a constante de velocidade aumenta com o aumento da temperatura. Neste trabalho, como foi utilizado um catalisador heterogêneo, H-BEA, só foi possível determinar o valor da energia de ativação aparente, Ea AP, envolvida na produção de Solketal.

Trabalho Apresentado no 6° Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e 9º Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel.

Trabalho completo: Livro 2, p. 1073

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