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AUTORES: Cíntia Kruger (BRA/UNIOESTE, cintia.kruger@hotmail.com), Maria Luiza Fernandes Rodrigues (BRA/UNIOESTE, mlmfernandes@hotmail.com), Aline Awadallak (BRA/UNIOESTE, aline_awadallak@hotmail.com), Leonardo Pedranjo (BRA/UNIOESTE, lpedranjo@gmail.com), Rafaella Wandscheer Raimundo (BRA/UNIOESTE, rafawandscheer@gmail.com), Bruna Thais Stuani (BRA/UNIOESTE,
brunatstuani@gmail.com), Monique Gabriely Vanzin da Silva, (BRA/UNIOESTE, monique_gabriely94@hotmail.com)

RESUMO: O biodiesel é um biocombustível biodegradável, atóxico, livre de enxofre e aromáticos, com um ponto de ebulição superior ao do diesel, e que pode ser obtido tanto por reações de transesterificação quanto a partir de reações de esterificação de ácidos graxos catalisada por ácidos. As lipases são enzimas que atuam na quebra de lipídeos e óleos, liberando ácidos graxos, monoacilgliceróis, digliceróis e glicerol. Do ponto de vista industrial, as lipases fúngicas são muito valorizadas, pois as enzimas produzidas por fungos são geralmente extracelulares, o que facilita sua retirada do meio fermentado por filtração. A fermentação no estado sólido (FES) tem sido utilizada para o crescimento de fungos filamentosos e para obtenção das enzimas extracelulares, produzidas pelos mesmos. Em geral, na FES são utilizados substratos sólidos, muitos sendo resíduos agroindustriais, e a umidade geralmente não ultrapassa 70%. O Oleato de etila é produzido pela reação de esterificação do ácido oléico e etanol, produzindo o oleato de etila (éster etílico de ácido graxo) e água. Além destas aplicações, os ésteres etílicos são compostos de grande importância industrial, também na composição de biocombustíveis, como é o caso do biodiesel. O oleato de etila, estudado neste trabalho, pode ser utilizado como aditivo biológico, plastificante do policloreto de vinila (PVC), agente resistente à água e como fluído hidráulico. O objetivo deste trabalho foi realizar os estudos sobre a síntese do oleato de etila catalisada por lipases fúngicas em fermentação em estado sólido pelo fungo Penicillium sumatrense, isolado das folhas da mamona (Ricinus communis L.).

Trabalho Apresentado no 6° Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e 9º Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel.

Trabalho completo: Livro 2, p. 1017