Segundo ele, a princípio muitas matérias primas existem para produção de biodiesel, e outras novas fontes são descobertas a todo momento, sempre alargando a base. Isso representa uma dificuldade na medida em que a mudança de matérias primas requerem mudanças no processo de produção e acarretam em muitos casos problemas de pureza. 

Óleo de cozinha, segundo ele, ao passar pelo processo produtivo tradicional, conterá polímeros e olômeros que não são convertidos em biodiesel, e que estão presentes no produto final. “UCOME produzido pelo processo padrão não fica de acordo com as especificações, contendo pureza menor que 96,5%”, comentou. 

Ruwwe indica possiblidade de optar pelo milho para diversificação e aumento nas margens, que contém de 3,5% a 5% de óleo, e classifica ácidos graxos (a exemplo do óleo de palma) como opção viável e atrativa, apesar de demandar adaptações e não ter aproveitamento tão simples quanto outras matérias primas. 


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