[ARTIGO] Modificação química de ésteres graxos insaturados e potencial de aplicação como aditivos antimicrobianos para biodiesel

10/08/2017 - 17:41

AUTORES: Juciana Clarice Cazarolli (LAB-BIO/UFRGS, jucianacazarolli@gmail.com), Aline Silva Muniz-Wypych (UFPR, alinemuniz@ufpr.br), Mariane Rodrigues Lobato (LAB-BIO/UFRGS, marianelobato88@gmail.com), Mayara Magda da Costa (UFPR, may.nani192@gmail.com), Angelo Roberto dos Santos Oliveira (UFPR, arso@ufpr.br), Maria Aparecida Ferreira César-Oliveira (RBTB, LEQUIPE/UFPR, mafco@quimica.ufpr.br), Fátima Menezes Bento (RBTB, LAB-BIO/UFRGS, fatima.bento@ufrgs.br).

RESUMO: A estabilidade do biodiesel e de suas misturas com diesel à degradação durante o armazenamento tem sido considerada em estudos, desde a sua introdução na matriz energética brasileira. Além de reações de natureza hidrolítica e oxidativa que contribuem para alterações nas propriedades do biodiesel, o desenvolvimento microbiano durante o armazenamento pode resultar na formação de polímeros solúveis e insolúveis, sob a forma de depósitos e borras, que geram entupimentos e perdas durante a estocagem do combustível. Algumas medidas podem ser tomadas para aumentar a resistência do biodiesel à degradação oxidativa e ao crescimento microbiano. O uso de aditivos é amplamente estudado, e muitas moléculas com capacidade de aumentar o tempo de prateleira do biodiesel e de sua mistura com diesel já foram identificadas. Dentre os aditivos utilizados para a melhoria das propriedades do biodiesel, estão os aditivos fenólicos, porém a literatura cita que os mesmos apresentam baixa solubilidade no mesmo. Sendo assim, a síntese de um aditivo inédito na literatura com melhor solubilidade foi proposta nesse trabalho, com o escopo em melhorar a solubilidade dos compostos fenólicos em biodiesel e observar a potencialidade de uso como antioxidante e antimicrobiano.A escolha do oleato de metila como substrato insaturado para a adição de compostos fenólicos, se deu porque o mesmo faz parte da cadeia produtiva do biodiesel. Os fenóis por estarem ligados covalentemente na cadeia do oleato, são mais solúveis do que em sua forma livre.

Trabalho Apresentado no 6° Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e 9º Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel.

Trabalho completo: Livro 2, p. 893

Por Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel

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