[ARTIGO] Efeito da adição de biodiesel de Moringa oleífera Lam ao biodiesel de óleo residual para melhoria dos padrões de qualidade

30/03/2017 - 16:26

AUTORES: Camilla Freitas Maia (Graduanda em Engenharia Ambiental e Sanitária - DEG/UFLA, camilla_fmaia@hotmail.com), Geovani Laurindo Marques (Mestrando Engenharia Agrícola - DEG/UFLA, geovanni_marques@yahoo.com.br), Vinicius Reis Bastos (Graduando em Engenharia Agrícola-DAG/UFLA, vrbmartins@gmail.com), Priscila Carvalho Pupim (Mestranda/UNIFEI, priscilapupin11@gmail.com), Rafael Peron Castro (EC&T/UFRN, peron@oleo.ufla.br), Pedro Castro Neto (DEG/UFLA, oleo@deg.ufla.br), Antônio Carlos Fraga (DAG/UFLA, fraga@dag.ufla.br).

RESUMO: Atualmente, a maior parte da produção de energia não é proveniente de fontes de energia renovável, mas de petróleo, gás natural e carvão¹. Estas fontes de energia não renováveis, sendo portanto limitadas e seu esgotamento se dará em breve. Diante deste contexto, a busca por uma fonte de energia sustentável e que não agrida tanto o meio ambiente tem sido incessante, e um ótimo substituto é o biodiesel que pode ser produzido a partir de plantas oleaginosas, gorduras animais e principalmente a partir de óleos residuais, que na maioria das vezes acaba sendo descartado de maneira incorreta. Atualmente, a área do Semiárido Brasileiro é de 982.563,3 km2, o que corresponde a 11% do território nacional. Segundo Relatório realizado pelo Grupo de Trabalho Interministerial para Redelimitação do Semiárido Nordestino e do Polígono das Secas, a região concentra 12,3 % da população do Brasil, mais de 20 milhões de habitantes em 1.113 municípios, o que representa, respectivamente, 21 habitantes/km2 e 22% dos municípios brasileiros. Esta região carece de alternativas para a adequação do uso da terra para cessar a desertificação. Uma planta promissora para esta finalidade é a Moringa oleífera Lamarck que, além de oleaginosa, é uma espécie de alto valor alimentar e boa capacidade produtiva em clima semiárido, podendo ser cultivada sem o uso de irrigação. Sua semente pode conter até 40% de óleo, cuja composição de ácidos graxos permite a produção de um biodiesel de alta qualidade. O biodiesel de Moringa oleifera, devido a suas características físico-químicas, tem potencial para ser utilizado em misturas com biodieseis provenientes de matérias primas de baixa qualidade, a exemplo do óleo residual de fritura, aumentando sua estabilidade oxidativa e promovendo sua adequação aos padrões de qualidade determinados pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – ANP. O objetivo deste trabalho foi verificar a influência na qualidade do biodiesel de óleo residual, quando misturado com biodiesel de moringa.

Trabalho Apresentado no 6° Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e 9º Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel. Trabalho completo: criar link para o artigo completo (Livro 1, p. 483).

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Por Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel

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