[ARTIGO] Comportamento da mistura B10-S10 durante armazenamento simulado em tanques de aço carbono

28/09/2017 - 16:03

AUTORES: Aline Oliboni de Azambuja (LAB-BIO/UFRGS, alineoliboni@gmail.com); Sabrina Anderson Beker(LAB-BIO/UFRGS, sabrinabeker@gmail.com); Vanessa Souza Breder Valente(CTAQ/IPIRANGA, vanessav@ipiranga.com.br);Sérgio Luiz Camacho Viscardi(IPIRANGA, viscardi@ipiranga.com.br); Roberta Miranda Teixeira(CTAQ/IPIRANGA, robertamt@ipiranga.com.br);Eduardo Homem de Siqueira Cavalcanti(LACOR/INT, eduardo.cavalcanti@int.gov.br); Bernardo Brito Vacaro(IQ/UFRGS, bernardovacaro@gmail.com); Marco Flôres Ferrão(IQ/UFRGS, ferrao@iq.ufrgs.br); Fátima Menezes Bento(LAB-BIO/UFRGS, fatima.bento@ufrgs.br)

RESUMO: A estabilidade ao armazenamento é uma das mais importantes características dos combustíveis para motores automotivos, sendo caracterizada pela capacidade de manter a composição e propriedades do combustível durante o período de estocagem, transporte e utilização no motor(Grishin&Zinina, 2015). Dentre os vários fatores que influenciam a estabilidade dos combustíveis, a estabilidade oxidativa, no caso do biodiesel, é uma das mais importantes. Neste sentido, o biodiesel de soja, que corresponde a 84% do biodiesel utilizado no País, possui uma significante quantidade de ácidos graxos insaturados, que conferem uma maior suscetibilidade a oxidação durante o período de estocagem (Knothe, 2007). Além disso, se comparado ao óleo diesel, o biodiesel é mais sensível a luz, temperatura, íons metálicos, higroscópico, suscetível à degradação microbiana e com maior tendência a corrosividade (Jakeria et al., 2014). Devido as exigências ambientais, o óleo diesel é submetido ao processo de hidrotratamento, para a remoção de compostos organosulfurados, os quais podem alterar algumas propriedades do diesel, como a lubricidade (Knothe, 2005). Neste sentido, a adição de biodiesel pode restaurar algumas características perdidas do diesel, porém, induzir o desenvolvimento dos microrganismos durante a estocagem incorreta da mistura (Jakeria et al., 2014). A redução do enxofre no óleo diesel tem sido citada como um fator que poderia incrementar o desenvolvimento microbiano (Passman&Dobranick, 2005; Srivastava&Nandan, 2012)e que a estabilidade pode ser afetada na mistura final. Neste sentido, o objetivo do trabalho foi avaliar o comportamento da mistura B10, confeccionada com óleo diesel com ultrabaixo teor de enxofre (ULSD) S10, quanto a estabilidade abiótica e biótica, durante 90 dias de armazenamento simulado.

Trabalho completo: Livro 2, p. 905

Trabalho Apresentado no 6° Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e 9º Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel.

Por Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel

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