[ARTIGO] Avaliação de óleo de Tilápia (Oreochromis niloticus) para uso como biocombustível por termogravimétria e Análise calorimétrica

22/06/2017 - 16:29

AUTORES: Yuji Fujiwara (PPTE/UPE, yujif85@gmail.com), Adalberto Freire do Nascimento Júnior (POLICOM/UPE adalbertofreire2@gmail.com), Saulo Jose Lagioia Cavalcanti (PPTE/UPE; saulo.lagioia@gmail.com), Pedro de França Santos (PPTE/UPE, francaps@gmail.com), Ana Rita Fraga Drummond (POLICOM/UPE, anaritadrummond@gmail.com), Tulio Amaral Gois (PPTE/UPE tuliogois20@gmail.com), Sérgio Peres (POLICOM/UPE, speres@poli.br)

RESUMO: A pesca é uma das atividades mais antigas praticada pela humanidade. Ela faz parte da produção humana desde que o homem começou a se alimentar de animais. Porém, nesses dois ultimo séculos, a pesca como atividade econômica tem apresentado bons padrões de organização tanto a pesca industrial quanto a pesca artesanal. O crescimento das indústrias pesqueiras resultou em produção exacerbada de resíduo que contém, principalmente, as vísceras de peixe. Sua disposição inadequada acarreta impactos ambientais negativos, em particular sobre as margens de corpos d`água ou em aterros não licenciados. O aproveitamento dos resíduos de peixe é uma alternativa sustentável e traz melhorias sociais, econômicas e ambientais. A utilização correta dos restos de peixe permite uma renda adicional para as unidades processadoras, evitando desperdícios e o impacto negativo para meio ambiente. Diante disso, é preciso a busca de alternativas viáveis para o aproveitamento desses resíduos que pode ser tanto em pequena como em grande escala. A produção de tilápia no Brasil, em 2014, representou 41,9% do total (474,33 mil toneladas de peixe) de pescado proveniente da psicultura. Esse peixe se destaca devido a sua robustez, força e crescimento rápido. A indústria de processamento de tilápia visa principalmente o filé, o que representa somente 30% do peixe; do restante (vísceras e carcaça) são obtidos a farinha e o óleo, através de prensagem. A farinha de peixe é usada como ração e o óleo para incrementar o sabor e odor em ração, principalmente para peixe. Entretanto, ainda fica um grande excedente de óleo que pode ser usado, através de reação química, como biocombustíveis (biodiesel). Esse trabalho teve como objetivo investigar o rendimento ótimo da extração do óleo de tilápia e analisar físico-quimicamente e energeticamente.

Trabalho Apresentado no 6° Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e 9º Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel.

Trabalho completo: Livro 1, p. 53

Por Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel

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